Correção da atividade da aula anterior 024.
1. V-V-V-F
2.Pessoal. A maior influência da Globalização no Brasil demarcou também a adoção de um modelo econômico que visava à mínima intervenção do Estado na economia, chamado de Neoliberalismo. Com isso, intensificou-se o processo de privatizações das empresas estatais e a intensa abertura para o capital externo. O Brasil também deixou de ser denominado como país de terceiro mundo, uma vez que essa divisão deixou de ser adotada. Passou-se a dividir o mundo em países do Norte (desenvolvidos) e países do Sul (subdesenvolvidos). O que não mudou foi a dependência econômica e a condição de subdesenvolvimento em que o país se encontrava. Com a abertura de capitais, houve maior inserção das indústrias e companhias multinacionais no Brasil. também a instalação de indústrias denominadas “maquiladoras
3. LETRA A - O movimento pelas Diretas Já exigia a aprovação da Emenda Dante de Oliveira, que garantiria o retorno das eleições presidenciais diretas em 1985.
Racismo no
Brasil
O racismo não se manifesta de maneira única, podendo ocorrer, principalmente, de três maneiras:
Quando há crime de ódio ou discriminação racial direta: essa forma de manifestação do racismo é mais evidente. Trata-se de situações em que pessoas são difamadas, violentadas ou têm o acesso a algum tipo de serviço ou lugar negado por conta de sua cor ou origem étnica.
Quando há o racismo institucional: menos direta e evidente, essa forma de discriminação racial ocorre por meios institucionais, mas não explicitamente, contra indivíduos devido a sua cor. São exemplos dessa prática racista as abordagens mais violentas da polícia contra pessoas negras e a desconfiança de agentes de segurança e de empresas contra pessoas negras, sem justificativas coerentes. Um bom exemplo da luta do racismo institucional são os protestos de Charlottesville, nos Estados Unidos, em 2017, devido à conduta criminosa de policiais que mataram negros desarmados e rendidos em abordagens, além de agirem com violência desnecessária.
Quando há o racismo estrutural: menos perceptível ainda, o racismo estrutural está cristalizado na cultura de um povo, de um modo que, muitas vezes, nem parece racismo. A presença do racismo estrutural pode ser percebida na constatação de que poucas pessoas negras ou de origem indígena ocupam cargos de chefia em grandes empresas; de que, nos cursos das melhores universidades, a maioria esmagadora — quando não a totalidade — de estudantes é branca; ou quando há a utilização de expressões linguísticas e piadas racistas. A situação fica ainda pior quando as ações ou constatações descritas são tratadas com normalidade.
No Brasil e em outros países que utilizaram a mão de obra escrava, o racismo resulta, principalmente, da colonização e da escravidão. No dia 13 de maio de 1888, a promulgação da Lei Áurea proibiu a escravidão, mas não foram criadas políticas de inserção dos negros recém-libertos no mercado de trabalho e na educação.
Além dessa situação, os ex-escravos ainda esbarraram no problema da fome e da moradia, visto que muitos perderam, do dia para a noite, as condições mínimas de subsistência das quais dispunham enquanto eram escravizados. Na passagem do século XIX para o século XX, é que podemos situar, então, o momento em que o racismo se instalou em uma sociedade que já não poderia manifestar seus anseios racistas legalmente de maneira explícita, mas os manifestava de outras formas. Como medida de coerção da cultura e dos hábitos dos negros, por exemplo, foi proibida, por decreto localizado no Código Penal de 1890, a prática e a difusão da capoeira, uma arte de origem africana.
Agora é com você!!
1. Faça uma análise da charge a seguir e elabore um breve texto sobre:
a) Quais tipos de preconceitos a charge representa?
b) Sobre qual realidade a charge está falando?
c) Você se identifica com esta charge?
2. Com base no texto identifique as diferenças entre racismo, discriminação e preconceito. E escreva com suas palavras um breve relato sobre estas diferenças.
Leia o texto a seguir:
Feminicídio no Brasil
Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), entre 2007 e 2011, ocorreu, em média, um feminicídio a cada uma hora e meia no Brasil, o que resultou em um total de 28.800 feminicídios registrados no período. O Mapa da Violência de 2015 aponta a ocorrência de 13 feminicídios por dia no Brasil contra os 16 apontados na amostragem do IPEA de 2007 a 2011.
A maior parte desses crimes é praticada por homens que vivem ou viveram com a vítima, sendo namorados, parceiros sexuais ou maridos. Além dos altos índices de feminicídio, existem ainda muitos casos de estupro e lesão corporal gerada por violência doméstica.
Diante de tantos dados de crimes cometidos contra as mulheres e do fato de o Brasil ocupar o quinto lugar no ranking de violência contra a mulher (ficando à frente de países árabes em que a Lei Islâmica é incorporada no sistema legal oficial), é necessário pensar a origem de tanta violência.
Como afirmam algumas teorias feministas, a origem dessa violência está na cultura patriarcal e misógina que ainda permeia a nossa sociedade. Esse tipo de cultura somente pode ser revertido com políticas que promovam a educação, a igualdade de gênero e a fiscalização da lei, além de leis, como a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio, que criminalizam e propõem punições específicas e mais severas para quem pratica crimes de violência contra as mulheres.
Disponível:<
https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/feminicidio.htm> acesso 10 de setembro de 2020. (adaptado)
Veja o vídeo.
LGBTfobia no Brasil
Os dados sobre a intolerância contra a comunidade LGBT no país são alarmantes. Conforme o relatório “Mortes violentas da população LGBT no Brasil”, do Grupo Gay da Bahia, foram registradas 420 mortes de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais no ano passado, sendo 320 homicídios.
Isso significa que a cada 20 horas uma pessoa com uma dessas orientações sexuais morre de forma violenta vítima da LGBTfobia.
A organização inclusive apontou que o Brasil é o país “campeão mundial de crimes contra as minorias sexuais”.
O relatório e o gráfico mostram que, desde 2000, houve aumento significativo no número de mortes de LGBTs causadas pela discriminação. Naquele ano, foram registradas 130 mortes, já em 2010 esse número saltou para 260 e em 2017, atingiu-se o número recorde de 445 mortes.
Outro monitoramento, da Rede Trans Brasil, também revelou dados preocupantes: 150 transgêneros foram assassinados vítimas da transfobia em 2018. E só nos três primeiros meses deste ano, 23 já foram mortos.
Para mudar a situação dos crimes homotransfóbicos no país, o antropólogo e fundador do Grupo Gay da Bahia, Luiz Mott, destacou algumas soluções emergenciais. Entre elas:
“A educação sexual e de gênero para ensinar aos jovens e à população em geral o respeito aos direitos humanos e cidadania dos LGBTs e a aprovação de leis afirmativas que garantam a cidadania plena, equiparando a homofobia e transfobia ao crime de racismo”.
3. Leia a tirinha abaixo:
a) ( ) um desrespeito
b) ( ) um sofrimento
c) ( ) uma doença
d) ( ) um desvio de caráter



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