Correção da atividade avaliativa aula anterior 027.
1.
Espera
que o aluno responda de acordo com o texto que: Nacionalismo é um conceito
desenvolvido para a compreensão de um fenômeno típico do século XIX: a ascensão
de um certo sentimento de pertencimento a uma cultura, a uma região, a uma
língua e a um povo (ou, em alguns dos argumentos nacionalistas, a uma raça)
específicos, tendo aparecido pela primeira vez na França comandada por Napoleão
Bonaparte e nos Estados Unidos da América. Tal fenômeno passou a ser assimilado
pelas forças políticas que haviam absorvido os ideais iluministas de rejeição
do Antigo Regime absolutista e que procuravam a construção de um Estado
nacional de viés democrático e constitucional, no qual seus membros fossem
cidadãos, e não súditos do rei.
2.
V-V-V-F
HISTÓRIA
DA AMÉRICA: Tempos antes das tensões políticas que culminaram em uma guerra civil,
os Estados Unidos viveram um momento de importantes definições. Entre elas,
dá-se fundamental destaque à posição política do governo norte-americano em
relação às demais nações do mundo. Foi quando, em 1823, o presidente James
Monroe realizou um discurso oficial ao senado estadunidense que ficou conhecido
como definidor das ações dos EUA frente os países latino-americanos e as
antigas metrópoles coloniais.
A chamada Doutrina Monroe, sob seu
aspecto formal, pretendia postar a posição dos EUA enquanto liderança
continental capaz de garantir a soberania das nações latino-americanas frente
às potências europeias. Entre outros princípios, essa doutrina defendia que
nenhuma nação americana poderia ser recolonizada. Além disso, pautava a
autonomia econômica dessas mesmas nações, assinalando que a Europa não poderia
interferir nos negócios estabelecidos pelas nações da América.
Entretanto, esse princípio de
autonomia e soberania política continental era contrário à necessidade que
alguns líderes viam em ampliar as áreas de influência econômica dos EUA. Dessa
forma, a postura de liderança acabou sendo reinterpretada como um meio pelo
qual os Estados Unidos poderiam apoiar as nações latino-americanas com o claro
interesse de fixar seus interesses econômicos.
Um dos primeiros episódios que
indicaram essa prática política aconteceu quando os EUA declararam guerra à
Espanha alegando ser contrários à colonização de Cuba e Porto Rico. Em fevereiro
de 1898, uma embarcação norte-americana explodiu no porto de Havana, capital de
Cuba. A imprensa dos EUA logo se mobilizou em torno de uma campanha que
atribuiu o fato às autoridades espanholas. Valendo-se de tais suspeitas, os EUA
enviaram tropas militares para uma guerra que se deflagrou entre 1899 e 1901.
Além de garantir a independência de
Cuba, a vitória estadunidense sobre os espanhóis ainda rendeu a conquista sobre
as Filipinas, a ilha de Guam, e da região de porto Rico. A recém-independente
nação cubana ainda teve que aceitar a incisão de um artigo em sua constituição
conhecido como Emenda Platt. Nela, os EUA teriam o direito de preservar uma
base militar na região de Guantânamo e o direito de intervir nos assuntos
políticos cubanos.
Ao longo do século XX, o nada
coerente princípio de autonomia da Doutrina Monroe fora manchado com mais uma
ação imperiosa dos EUA. Em 1903, os EUA ajudaram militarmente o Panamá a
conquistar sua independência em relação à Colômbia. Em troca, barganharam o
direito de construir um canal que ligaria os oceanos Atlântico e Pacífico. O
canal, que renderia grandes quantias por sua importância econômica e
geográfica, ficou durante décadas sendo exclusivamente administrado pelos EUA.
Dessa maneira, o discurso de James
Monroe (onde defendia a “América para os americanos”) parecia reafirmar uma
perspectiva que olhava positivamente para a ação dos EUA. Ao longo do século
XX, o intervencionismo ganhou novas interpretações como o Corolário Roosevelt
ou o princípio de guerra preventiva, defendido por George W. Bush.
SOUSA,
Rainer Gonçalves. "Doutrina Monroe"; Brasil Escola.
Disponível em:
https://brasilescola.uol.com.br/historia-da-america/doutrinamonroe.htm. Acesso
em 25 de setembro de 2020.
Sintetizando o Imperialismo norte-americano é uma referência ao comportamento autoritário de influência militar, cultural, política, geográfica e econômica dos Estados Unidos sobre os outros países. É por meio dessa prática que sucessivos governos dos EUA mantêm o controle econômico de diversas nações. No caso dos Estados Unidos, o imperialismo está enraizado na crença do diferencial em relação aos demais países do mundo em que teria como missão a difusão dos ideais de liberdade, a igualdade e a democracia. Conforme representado na síntese a seguir:
1.
Com base em todas essas informações e outros conhecimentos já adquiridos faça uma análise crítica das políticas e práticas
intervencionistas adotadas pelo governo norte-americano na América Latina, no
passado e no presente.

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