Atenção

AULAS DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA TODA SEGUNDA-FEIRA ÀS 7h DA MANHÃ.


23 de novembro de 2020

(Aula 028/ 23/11) 8º ano História / Os Estados Unidos da América e a América Latina no século XIX.

   Correção da atividade avaliativa aula anterior 027.

1.                  Espera que o aluno responda de acordo com o texto que: Nacionalismo é um conceito desenvolvido para a compreensão de um fenômeno típico do século XIX: a ascensão de um certo sentimento de pertencimento a uma cultura, a uma região, a uma língua e a um povo (ou, em alguns dos argumentos nacionalistas, a uma raça) específicos, tendo aparecido pela primeira vez na França comandada por Napoleão Bonaparte e nos Estados Unidos da América. Tal fenômeno passou a ser assimilado pelas forças políticas que haviam absorvido os ideais iluministas de rejeição do Antigo Regime absolutista e que procuravam a construção de um Estado nacional de viés democrático e constitucional, no qual seus membros fossem cidadãos, e não súditos do rei.

2.                  V-V-V-F


HISTÓRIA DA AMÉRICA: Tempos antes das tensões políticas que culminaram em uma guerra civil, os Estados Unidos viveram um momento de importantes definições. Entre elas, dá-se fundamental destaque à posição política do governo norte-americano em relação às demais nações do mundo. Foi quando, em 1823, o presidente James Monroe realizou um discurso oficial ao senado estadunidense que ficou conhecido como definidor das ações dos EUA frente os países latino-americanos e as antigas metrópoles coloniais.

            A chamada Doutrina Monroe, sob seu aspecto formal, pretendia postar a posição dos EUA enquanto liderança continental capaz de garantir a soberania das nações latino-americanas frente às potências europeias. Entre outros princípios, essa doutrina defendia que nenhuma nação americana poderia ser recolonizada. Além disso, pautava a autonomia econômica dessas mesmas nações, assinalando que a Europa não poderia interferir nos negócios estabelecidos pelas nações da América.

            Entretanto, esse princípio de autonomia e soberania política continental era contrário à necessidade que alguns líderes viam em ampliar as áreas de influência econômica dos EUA. Dessa forma, a postura de liderança acabou sendo reinterpretada como um meio pelo qual os Estados Unidos poderiam apoiar as nações latino-americanas com o claro interesse de fixar seus interesses econômicos.

            Um dos primeiros episódios que indicaram essa prática política aconteceu quando os EUA declararam guerra à Espanha alegando ser contrários à colonização de Cuba e Porto Rico. Em fevereiro de 1898, uma embarcação norte-americana explodiu no porto de Havana, capital de Cuba. A imprensa dos EUA logo se mobilizou em torno de uma campanha que atribuiu o fato às autoridades espanholas. Valendo-se de tais suspeitas, os EUA enviaram tropas militares para uma guerra que se deflagrou entre 1899 e 1901.

            Além de garantir a independência de Cuba, a vitória estadunidense sobre os espanhóis ainda rendeu a conquista sobre as Filipinas, a ilha de Guam, e da região de porto Rico. A recém-independente nação cubana ainda teve que aceitar a incisão de um artigo em sua constituição conhecido como Emenda Platt. Nela, os EUA teriam o direito de preservar uma base militar na região de Guantânamo e o direito de intervir nos assuntos políticos cubanos.

            Ao longo do século XX, o nada coerente princípio de autonomia da Doutrina Monroe fora manchado com mais uma ação imperiosa dos EUA. Em 1903, os EUA ajudaram militarmente o Panamá a conquistar sua independência em relação à Colômbia. Em troca, barganharam o direito de construir um canal que ligaria os oceanos Atlântico e Pacífico. O canal, que renderia grandes quantias por sua importância econômica e geográfica, ficou durante décadas sendo exclusivamente administrado pelos EUA.

            Dessa maneira, o discurso de James Monroe (onde defendia a “América para os americanos”) parecia reafirmar uma perspectiva que olhava positivamente para a ação dos EUA. Ao longo do século XX, o intervencionismo ganhou novas interpretações como o Corolário Roosevelt ou o princípio de guerra preventiva, defendido por George W. Bush.

SOUSA, Rainer Gonçalves. "Doutrina Monroe"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historia-da-america/doutrinamonroe.htm. Acesso em 25 de setembro de 2020.

 


Sintetizando o Imperialismo norte-americano é uma referência ao comportamento autoritário de influência militar, cultural, política, geográfica e econômica dos Estados Unidos sobre os outros países. É por meio dessa prática que sucessivos governos dos EUA mantêm o controle econômico de diversas nações. No caso dos Estados Unidos, o imperialismo está enraizado na crença do diferencial em relação aos demais países do mundo em que teria como missão a difusão dos ideais de liberdade, a igualdade e a democracia. Conforme representado na síntese a seguir:


1.      Com base em todas essas informações e outros conhecimentos já adquiridos faça uma análise crítica das políticas e práticas intervencionistas adotadas pelo governo norte-americano na América Latina, no passado e no presente.



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Faça suas perguntas por aqui e tires suas duvidas.
ATENÇÃO ( as perguntas serão vistas e validadas por min e respondidas aqui)



Galeria escola.


Vídeo Covid 19